Archive for novembro, 2008

Buzzword para o quem não conhece, é um termo em alta, normalmente ocorre em tecnologia, onde uma nova tecnologia emergente surge em debate, ao longo da internet, e é extremamente utilizada, podemos também dar o nome de hype, que vem com um sentindo parecido, hype seria a divulgação e ou promoção em extremo de um produto, pessoa ou objeto.

Bom mas o que tudo isso quer dizer?

Fazendo um ganho ao post de James Shore, onde relata sobre o declínio do movimento ágil. Falando bastante sobre Scrum, que graças ao Scrum Aliance e a WEB, virou o buzzword ou o hype como queira chamar, sempre que alguém pensa em ágil vem a cabeça Scrum, ou seja Scrum passou ser o caminhão chefe do movimento ágil, por sua mídia estar em alta.

Porém nem sempre estar em alta é bom, principalmente falando em tecnologias, metodologias e ou práticas.

Vamos ao caso do declínio do movimento ágil, citado por James Shore, que segundo ele o problema é muito simples, as pessoas querem direto o resultado, sem ter mério te alcançar eles. O buzzword do Scrum é visível, da noite para o dia empresas passaram a adotar, especialistas começaram a surgir dos lugares mais obscuros, rápidamente. Os projetos passaram a aplicar, metodologias ágeis, ter iterações, mettings. Porém não são algumas etapas que fazem aplicar uma metodologia de gerenciamento de projetos, e sim o conjunto delas que leva ao sucesso.

Ou seja, essas empresas que resolveram aplicar rapidamente nos seus projetos, uma metodologia ágil, estão pagando um preço caro agora, por não conseguir aplicar todas etapas, logo os resultados de sucesso que estão descrito em diversos post’s e artigos ao longo da internet, não chegaram para essas empresas, logo a culpa é do movimento agile!

E é o mesmo que a empresa aplicar os conceitos do PMBOOK, só por ter um PMP no seu grupo de trabalho, ou seja, não adianta falar e não fazer.

No software temos a liberdade de desenvolvermos da forma que quisermos, logo o Scrum entrou com bons olhos, já que para aplicar XP teria que seguir algumas técnicas, como desenvolvimento orientado a testes, programação em pares. O Scrum sendo focado apenas no gerenciamento, deixa livre para aplicar as técnicas que se quiser no desenvolvimento do projeto, porém do que adianta termos técnicas para gerenciar o projeto e o desenvolvimento continuar sendo voltado a bug’s, gambiarras e a abaixo de pau.

Resumindo, não sou ninguém para estar comentando sobre, porém a pouco tempo me vi, assim como muitos, apaixonado pelo hype Agile, acompanho a algum tempo o movimento, e me identifiquei bastante por achar que o padrão normal (cascata) de desenvolvimento não se aplica a software.

Em uma tentativa frustrada tentei levar para a empresa o Scrum, o porque frustrada?

Recebi o aval dos patrões para aplicar o mesmo no projeto que estava e junto com o gerente do meu projeto comecei a passar a idéia para ele de como deviamos proceder, o que iria mudar…

Tudo estava lindo, tínhamos montado um bom project plan, o product backlog estava montado, e passamos para o gerente de projeto, passar para junto com o cliente aplicar a priorização, e juntos montarmos o primeiro Sprint.

Primeiro Sprint pronto, e voltamos ao modelo antigo, novos requisitos entrando e tendo que ser feito, sem a possibilidade de cancelar o Sprint que começará, logo o que estava sendo aplicado?

Nada, era uma salada de fruta que começou só a atrapalhar as coisas, resolvi mudar, nada mais de Scrum.

Conclusão, Scrum como ele mesmo descreve, precisa da participação de todos ao longo do desenvolvimento, e nós não estávamos aplicando Scrum, e sim apenas alguns processos do Scrum.

Podia eu culpar o Scrum, mas sei que ele é bom e funciona e não desisti de tentar aplicar o mesmo, só aguardo o dia que esteja em uma posição que consiga envolver os outros ou que meu gerente de projeto, assuma o papel de project master.

Liderança e a pirâmide de Maslow

| novembro 10th, 2008

Ultimamente tenho me interessado, bastante por liderança, como ser um bom líder, ser respeitado e conseguir liderar, sem a necessidade de implicar poder.

Eis que nos meus estudos, deparo-me com a pirâmide de Maslow. Abrahm Maslow, foi um grande filosofo motivacional, se não o maior.

Segundo a teoria dele as pessoas tem uma hierarquia de necessidade, que necessitam ser satisfeitas:

Necessidades fisiológicas, é as necessidades básicas das pessoas, ou seja ar, alimento, moradia, a pessoa conseguindo ter suas necessidades fisiológicas, contempladas ela passa para um novo estágio, onde é necessário segurança, assim que essa pessoa, se sente segura, no ambito de trabalho, pessoal, ela passa para fase social, onde busca relacionamento pessoal, amizades e outras coisas que são de âmbito social. Contemplando isso, ele passa a estar tendo tudo que é necessário, suas necessidades básicas, sua segurança e bem encaixado socialmente.

Com isso seu foco passa para auto-estima, onde nessa fase busca satisfazer seu ego, já tendo atingindo um âmbito social, busca-se então aumentar sua estima, nesse âmbito.

E por último as realizações pessoais, o que a pessoa gostaria de realizar tanto na sua vida pessoal ou profissional.

Lembrando que sempre, que é perdido algum dos níveis, o foco do esforço volta para o nível baixo, para tentar resgatar aquilo que foi perdido.

Toda essa filosofia, na vida real e nas empresas acabam em:

  • Necessidades fisiológicas, salários e benefícios;
  • Segurança, em segurança no trabalho, auxílio-doença, previdência, folga, proteção;
  • Sociais, participação, amizade com os colegas de serviço, e superiores;
  • Auto-estima, são satisfeitas por reconhecimento, elogio;
  • Auto-realização, são atingidas com trabalhos gratificantes, interessantes, onde as habilidades são usadas de maneira ampla.

E o que liderança tem haver com tudo isso, cabe ao líder, servir essas necessidades das pessoas, ou seja ele é a pessoal que deve porporcionar tudo isso para pessoa.

  • Escutar o funcionário, respeitando suas posições;
  • Prover o melhor ambiente de trabalho possível;
  • Buscar enturmar as pessoas no ambiente de trabalho;
  • Propor melhorias financeiras, assim como tarefas a serem executas;

Ou seja, a função do líder, é “simples”, e “clara”, ele está lá para servir aos seus liderados, dizer que o funcionário é o ouro da empresa é bonito, mas na vida real, ser ele tratado como o executador de tarefas acaba com o ouro. Pois é o seu funcionário o que tem maior contato com cliente, é ele que vai ter o último contato com o cliente, e é o cliente que vai ficar ou não satisfeito com o resultado, feito pelo seu funcionário.

Então tornar seu funcionário envolvente em um projeto, é a peça fundamental, se ele estiver contente com o que faz, o resultado que ele exercerá será melhor do que o esperado, e com isso seu cliente terá seu produto, de uma maneira muito melhor, então que tal voltarmos os olhos um pouco para os funcionários?

Ou os líderes e patrões, tem de continuar a escutar: “Eu faço isso para agradar o patrão!”, e na verdade o que queriamos escutar “Estou fazendo para agradar o cliente!”.

Espere mais de seu mouse

| novembro 7th, 2008

Pelo menos mouse a M$, sabe fazer!

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